Sunday, November 28, 2010
"Yes," he whispered into her lips. "There's all the time in the world. . . ."
All the time in the world - his life and hers. But for an instant as he kissed her he knew that though he search through eternity he could never recapture those lost April hours. He might press her close now till the muscles knotted on his arms - she was something desirable and rare that he had fought for and made his own - but never again an intangible whisper in the dusk, or on the breeze of night. . . .
Well, let it pass, he thought; April is over, April is over. There are all kinds of love in the world, but never the same love twice.
All the time in the world - his life and hers. But for an instant as he kissed her he knew that though he search through eternity he could never recapture those lost April hours. He might press her close now till the muscles knotted on his arms - she was something desirable and rare that he had fought for and made his own - but never again an intangible whisper in the dusk, or on the breeze of night. . . .
Well, let it pass, he thought; April is over, April is over. There are all kinds of love in the world, but never the same love twice.
F. Scott Fitzgerald, “The sensible thing”
Saturday, November 27, 2010
"Fool you are. People ain't no good."
Cair a primeira vez é ingenuidade. A segunda talvez seja fé. Mas a terceira sem dúvida que é estupidez.
Friday, November 26, 2010
Cinismo
Agora posso e devo ser cínico. Devemos sempre ser cínicos depois de termos sido ingénuos.
Pedro Mexia
(Já deu para perceber que estou fascinada pelo P.M.? Adivinha sempre o que quero dizer.)
Amargo
Vivo em estado de «self-fulfilling prophecy»: tudo o que eu achava que ia acontecer aconteceu, do modo como eu achava que ia acontecer. Nunca imaginei que ter razão fosse tão amargo.
Pedro Mexia
Thursday, November 25, 2010
Monday, November 22, 2010
Wednesday, November 17, 2010
Saturday, November 13, 2010
convenience
oiço mais uma história de um casamento falhado e é mais um encolher de ombros porque já sabíamos no que ía dar é sempre assim as pessoas sempre a casar teimosamente mesmo sabendo no que aquilo vai dar. e isso lembra-me como caminhamos sem desvios para o amor conveniente. de repente tudo tem de ser confortável e à medida, os me days, os spas, as massagens. o amor tem de ser assim, à medida ou então não vale a pena, é perda de tempo, consumo de recurso, mau investimento. como se alguma vez na história da humanidade o amor tivesse sido qualquer outra coisa do que um inconveniente. uma espécie de doença que nos torna insensíveis aos outros, egoístas e estúpidos. como se o amor conveniente ou não não fosse uma mera questão de sorte, como se fosse de nossa escolha apaixonarmo-nos exactamente pela pessoa certa, e não fosse - pela mera lei das probabilidades - mais fácil apaixonarmo-nos por uma pessoa que não é certa, que não vive na nossa cidade ou país, que não gosta de nós, que é casada ou apaixonada por outra, que quer outras coisas da vida que não nos incluem. é assim como é assim com a amizade, os amigos às vezes também vão para fora, não estão lá, gostam mais de outros amigos, deixam-nos agarrados. é assim porque a vida é assim, não feita de conveniencias mas de coisas que queremos ou não queremos. e das merdas que fazemos pelas que queremos. conveniência é o comando da meo e os pequenos almoços que vêm trazer a casa num cesto.
Friday, November 12, 2010
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